O Bahia entrou em campo neste sábado, 5 de setembro, diante do Red Bull Bragantino, em Bragança Paulista, com um objetivo claro: manter a reação no Campeonato Brasileiro e continuar entre os principais candidatos às vagas na Libertadores.
Mais do que buscar três pontos, o Tricolor carregava uma sequência especial. Antes da partida, o Bahia estava há nove rodadas sem perder, a maior sequência invicta do clube na história dos pontos corridos.
Agência SSA Agora, 5 de setembro,
O momento ganhou ainda mais peso depois do triunfo por 3 a 2 sobre o Internacional na rodada anterior. O resultado deixou o Bahia com 40 pontos e na quinta colocação, justamente na briga direta pela parte de cima da tabela.
Bahia chega forte para mais um desafio fora de casa
Se a sequência invicta já chamava atenção, o desempenho longe de Salvador também era um dos trunfos do time comandado por Rogério Ceni.
Antes do confronto, o Bahia tinha o terceiro melhor aproveitamento como visitante na Série A, com 52%. Isso transformava o duelo contra o Bragantino em uma oportunidade importante para o Tricolor confirmar sua força longe da Fonte Nova.
O adversário, porém, também tinha motivos para reagir.
O Bragantino vinha de derrota por 2 a 1 para o São Paulo e ocupava a nona posição, com 35 pontos. A equipe paulista precisava vencer em casa para não se afastar da disputa pelas posições que levam às competições continentais.
BRAGANTINO 2×3 BAHIA | Campeonato Brasileiro - 26ª rodada
Data-Hora: 5/9/2026 (sábado), às 16h (de Brasília)
Local: Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP)
Rogério Ceni ganha opções para o confronto
O Bahia chegou para a partida com novidades no elenco.
Everton Ribeiro estava novamente disponível após se recuperar de lesão, enquanto Jean Lucas retornava depois de cumprir suspensão. A tendência, porém, era que os dois começassem entre os reservas.
A principal mudança projetada na equipe era a entrada de Marcos Victor no lugar de Román Gómez.
A provável escalação indicada antes do jogo tinha Ronaldo; Marcos Victor, David Duarte, Santiago Mingo e Luciano Juba; Acevedo, Erick e Rodrigo Nestor; Kike Olivera, Erick Pulga e Alejo Véliz.
A grande notícia era a invencibilidade
O Bahia não chegava apenas em boa fase.
Chegava defendendo uma marca histórica.
Nove partidas consecutivas sem derrota colocavam o time diante de uma oportunidade especial: ampliar a melhor sequência invicta do clube na era dos pontos corridos.
Esse cenário aumentava a importância do confronto. Um empate manteria a série, mas uma vitória poderia representar muito mais na tabela, especialmente em uma rodada em que o Tricolor buscava se aproximar cada vez mais do G4.
O desafio era transformar regularidade em resultado.
Bragantino tinha um motivo forte para reagir
Do outro lado, o Bragantino precisava interromper a própria queda de rendimento.
Com 35 pontos, o time estava na nona colocação e cinco pontos atrás do Bahia antes do início da rodada. A diferença mostrava como os três pontos poderiam alterar a disputa pelas posições superiores.
Por isso, o cenário era de confronto direto por objetivos importantes.
O Bahia queria continuar olhando para cima.
O Bragantino precisava impedir que a distância aumentasse.
O que estava em jogo para o Bahia
O Tricolor tinha três missões claras:
Manter a invencibilidade: nove jogos sem perder colocavam o Bahia em uma sequência histórica.
Confirmar a força fora de casa: o desempenho como visitante era um dos principais argumentos da equipe.
Pressionar o G4: com 40 pontos, o Bahia estava muito próximo da zona que garante vaga direta na próxima Libertadores.
O confronto, portanto, valia mais do que três pontos.
Era uma oportunidade para o Bahia provar que a boa fase não era passageira.
E, principalmente, mostrar que o time de Rogério Ceni pode disputar até o fim uma posição entre os grandes do Campeonato Brasileiro.
Um Bahia cada vez mais competitivo
A sequência construída pelo Tricolor antes do jogo mostrava uma equipe capaz de sobreviver a partidas difíceis e seguir pontuando.
Agora, o desafio era sustentar esse padrão contra um adversário que precisava desesperadamente da vitória.
O Bahia chegava embalado, com confiança e uma marca histórica para defender.
O Bragantino entrava pressionado pela necessidade de reação.
Era justamente essa combinação que fazia do duelo um dos jogos mais importantes da rodada para a disputa pela parte de cima da tabela.

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